quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Tipos de Sapatos



Alpargatas – Calçado de lona e solado de corda, também conhecido comoespadrille.



Ankle Boot – Botinhas de cano baixinho, que alcançam o tornozelo.





Babuche – Chinelos sem salto, geralmente de couro.




Birkenstock – Sapato e sandália de origem alemã cujo formato da sola acompanha as linhas do pé.





Bota – Calçado fechado com cano médio ou alto.



Cabedal – Parte superior dos calçados.



Chanel – Tem salto confortável, um decote no calcanhar, bico de cor mais escura.






Cuissardes – Botas de cano alto que chegam até as coxas.





Escarpim – Sapato fechado e decotado na altura dos dedos e atrás, com salto e diferentes formas de bicos, alturas e tipos de saltos.

Stiletto – Escarpim com salto fino e mais alto do que 10 centímetros.




Meia-pata – Pequena plataforma que pode ser externa ou interna, e que traz conforto quando os saltos são altos.




Mocassim – Sapato baixinho, básico, de couro, baseado nos tradicionais modelos dos índios americanos (indian mok).





Mule – Calçado do tipo chinelo, com salto e calcanhar descoberto, usado desdeo século 16 na França.




Peep Toe – Sapatos abertos na frente e que deixam um dedo à mostra.




Sandálias – Calçado de salto ou não, com tiras sobre o peito do pé.



Sapatilha ou bailarina – Baseado nas sapatilhas das bailarinas.




Tamanco – Calçado com solado de madeira, PVC ou cortiça, fabricado em inúmeras versões e modelos.

Tecidos

Albene: Tecido produzido com fio de acetato opaco.

Algodão: Qualquer tipo de tecido feito com fibras de algodão.

Alpaca: Tecido de algodão ou viscose empregado em forros de roupas.

Brim: Tecido forte de algodão que se assemelha ao coutil, jeans, denim.

Brocado: Tecido com desenhos em relevo realçados por fios de ouro ou de prata.

Cambraia: Tecido de algodão ou de linho leve, para camisas e blusas finas.

Chamalote: Tecido furta-cor e de efeito ondeado, o mesmo que "moiré".

Chamoix: Tecido de algodão que recebe tratamento do tipo da flanela e fica com aspecto aveludado, semelhante à pele de camurça.

Chiffon: Tecido muito fino e transparente, de seda ou de fibras sintéticas.

Chita: Tecido simples de algodão estampado.

Cirrê: Acabamento destinado a dar um aspecto muito liso e brilhante ao tecido.

Crepe: Torção dada a diversos fios, como seda, lã, algodão, viscose, poliéster.

Escocês: Tecido cujos fios são tintos de várias cores para produzir um efeito de xadrez de diferentes tonalidades, ou seja, uma mistura de listras e barras de tamanhos e cores idênticos.

Filó: Tecido transparente, semelhante ao tule.

Flanela: Tecido 100% lã, de peso leve a médio.

Fustão: Tecido natural ou sintético, de algodão, linho, seda ou lã.

Gabardine: Tecido bem estruturado, de algodão ou fio sintético.

Gaze: Tecido de algodão muito leve e transparente.

Guipure: Tipo de renda fina feita à mão e transparente.

Jersey ou jérsei: Tecido de malha leve, muito usado para lingerie.

Lã: Fibra natural de origem animal (ovelhas, camelo, alpaca, cabras de Angorá e de Kashmir, lhama e vicunha).

Laise: Tecido leve de algodão, com aplicação de bordados.

Lamê: Tecido liso ou jacquard, utilizando em sua trama fios metálicos.

Linho: Tecido feito com fibra natural de origem vegetal e de aspecto rústico.

Matelassê: Tecido jacquard ou maquinetado, onde os motivos são em alto-relevo (tipo “cloquê”).

Moletom: Estrutura de malha de lã macia, quente, aflanelada dos dois lados.

Musseline: Tecido muito leve e transparente, com toque macio e fluido.

Organdi: Tecido levemente semelhante à musseline, com acabamento engomado.

Organza: Tecido fino e transparente, de trama simples, e mais encorpado e armado que o organdi.

Piquet ou piquê: Tecido jacquard com efeito de aspecto “costura” ao redor dos motivos.

Schappe: Fio produzido a partir da borra de seda.

Seda artificial: Fio artificial feito a partir de produtos naturais, mas com processo mecânico.

Seda natural: Fibra natural proveniente do casulo que cobre o bicho-de-seda, utilizada em tecidos de alta qualidade.

Shantung: Termo utilizado para qualquer tecido grosso de aspecto irregular.

Tafetá: Tecido lustroso e armado, de seda ou de poliéster, de trama finíssima e leve nervura no sentido da trama.

Tricoline: Tecido de construção de tela com a leveza e a resistência do algodão penteado mercerizado.

Tule: Tipo de renda, semelhante ao filó de algodão ou poliamida, com malha redonda que produz um tecido leve, armado e transparente.

Veludo: Tecido muito antigo, criado na índia, que apresenta no lado direito um aspecto peludo, macio e brilhante.

Viscose: Fibra artificial cujo fio é semelhante ao algodão.

Voile: Tecido do tipo da musseline, porém mais pesado.

Pequeno Dicionário da Moda

Alta-costura: Roupas feitas à mão, peças únicas, segundo rígidos critérios técnicos e de qualidade. Normalmente são feitas sob medida.

Básico: Estilo casual e simples.

Cache-coeur: Modelagem de blusa ou malha transpassada e fechada por faixa.

Cargo: Calças e casacos de inspiração militar, com muitos bolsos.

Casual: Estilo despojado de se vestir.

College: Estilo dos uniformes das escolas inglesas e americanas adaptado à moda.

Corselet: Corpete que lembra o espartilho, para ser usado como peça de roupa, e não lingerie.

Echarpe: Lenço comprido que envolve o pescoço.

Étnico: Termo que define roupas típicas, geralmente de inspiração africana.

Façonné: Nome francês do tecido jacquard.

Folk: Estilo inspirado nas roupas folclóricas.

Furta-cor: Tecido que muda de cor conforme a incidência da luz.

Ourela: Borda de uma peça de qualquer tecido, feita com tramas mais encorpadas e que seguram a trama nos retornos da lançadeira, de um para o outro lado.

Obi: Faixa larga de brocado de seda, com acabamento em laço, usada pelos japoneses.

Oversized: Tudo o que é maior do que deveria ser.

Panamá: Tipo de tecido de algodão, de seda artificial ou de fibra sintética, macio, encorpado, lustroso e fresco.

Pelerine: Capa curta e sem mangas.

Passamanaria: Tipos de tecidos trabalhados ou entrançados com fios grossos, destinados ao acabamento ou adorno de roupas.

Patchwork: Vários pedaços de tecidos de aspectos ou de cores contrastantes, costurados juntos.

Pied-de-poule: Tecido com pequenos desenhos geométricos brancos e coloridos que lembram os rastros deixados pelos pés da galinha.

Pied-de-cocq: O mesmo tipo de desenho do pied-de-poule, mas com dimensões maiores.

Príncipe-de-gales: Variedade de xadrez, com construção em sarja ou em tafetá, feito com um ou dois fios e uma ou duas tramas de uma terceira cor, bem contrastantes.

Prêt-à-porter: Roupas feitas em série e prontas para levar.

Risca de giz: Tecido com listras finas, geralmente de cores claras sobre fundo escuro.

Tactel: Tecido 100% poliamida, que é um tipo de microfibra de secagem rápida e de alta respiração, pois não retém o suor e seca rapidamente, quando exposto ao sol.

Tweed: Tecido de lã grosso e rústico. Os fios de trama são do tipo botoné, com efeito multicor.

Retrô: Termo usado para peças de estilo antigo.

Vintage: Peça de roupa antiga.

Xadrez: Tecido composto de quadrados pequenos com contrastes de cores e o aspecto de um tabuleiro de xadrez.

Malas

Boa viagem

Você sabe viajar? Nem todo mundo sabe. Pelo menos não no sentido da mala mais adequada, o que levar, como arrumar para nada amassar, etc., etc., etc.

O importante é você sentir-se segura, seja com uma malinha de mão ou quatro malas tamanho família.

Qual é a melhor mala

Regra de 4 -> Tamanho + material + alças + rodinhas

Tamanho = Destino -> Quanto mais longa a viagem, maior pode ser a mala.

Material = Resistência -> Quanto maior a chance de a bagagem ser mal cuidada, mais resistente e rígido deve ser o material.

Alças = Facilidade -> Para ajudar a carregar, levantar, guardar.

Rodinhas = Praticidade -> São mais fáceis e leves de transportar.

Viajar com uma mala sem rodinhas é tão sem sentido quanto carregar um baú-armário do século 19 no avião.

A viagem faz a mala

  • Ecoturistas, expedições, ilhas desertas, longas caminhadas – Pedem mochila de material leve, resistente, à prova de água, rodinhas embutidas, alças reforçadas e acolchoadas para não machucar os ombros e cintas que se prendem na cintura.
  • Viagens muito curtas – Malas de mão com rodinhas e alça vertical de embutir, que cabem no compartimento de bagagem acima das poltronas, no interior do avião.
  • Viagens curtas – Malas flexíveis, tecido resistente, duas rodinhas, tamanho pequeno e que viajam bem de carro, trem, ônibus e avião.
  • Viagens médias – Malas semirrígidas, de tecido de alta densidade, tamanho médio, quatro rodinhas. Preparadas para aguentar o tranco da esteira, do bagageiro, etc.
  • Viagens longas – Malas rígidas, de polipropileno ou ABS, são um pouco mais pesadas que as flexíveis, porém mais resistentes para o que der e vier em viagens com muitas conexões.

Test-drive na loja

Puxe, gire, levante, abra e feche a mala, antes de comprar.

Malas com quatro rodinhas e giratórias permitem maior mobilidade, são mais fáceis de levar, subir escadas, mas pouco estáveis.

Malas com duas rodinhas são mais estáveis para andar sobre pisos irregulares.

Alças precisam ser firmes e reforçadas.

Certifique-se de que os zíperes abrem e fecham com facilidade e que o cadeado, se for de combinação, funcione ao abrir e fechar e seja resistente (muitos deles são tão frágeis que não só quebram como não fecham).

Bolsos internos, forro resistente, cabide, cinto elástico são acessórios bem-vindos.

Toque: Não se deixe encantar pela aparência da mala. Se ela for viajar de avião, vai sujar e manchar, mesmo que você viaje de primeira classe, com seu conjunto de malas de grife.

Mande embalar sua mala com filme transparente. Ele protege e dificulta que ela apareça na esteira toda arrebentada.

Identifique suas malas. Com plaquinhas com nome, endereço, país de origem, úteis em caso de extravio. E com alguma coisa que ajude você a identificar a sua mala na esteira – a maioria das malas é parecida e fácil de confundir.

Fazendo a mala

Faça uma lista: Para onde você vai, quanto tempo vai ficar, o que pretende fazer, qual é a temperatura local.

Regra de 3: Nunca leve mais do que três peças de cada item. Uma para usar, outra para lavar, e a terceira de reserva.

Check list:

Mentalize o que você vai precisar: sapato, meia, calcinha, sutiã, camisa, camiseta, camisola, pijama, saia, vestido, calça, malha de lã, paletó, jaqueta, mantô, cachecol, chapéu, gorro, luvas, acessórios, biquíni, maiô inteiro, canga, etc.

Três nécessaires necessários:
1. Produtos de beleza – Xampu, condicionador, creme para o corpo, desodorante, perfume, creme para limpar e hidratar o rosto de dia e de noite, protetor solar, escova de dentes, pasta, fio dental.
2. Maquiagem – Base, pó, blush, sombra, rímel, batom e pincéis.
3. Joias e bijoux – Relógio, brinco, pulseira e colar.

Dica: Existem nécessaires de pendurar, de vários tamanhos e finalidades. Eles ajudam a organizar os itens e a bagunça no quarto do hotel. O modelo próprio para lingerie é superprático, já que tem bolsas onde cabem calcinhas, sutiãs, meias, etc. Chegando ao destino, é só pendurar.

Mala de mão:
Ela pode ter rodinhas ou ser uma grande bolsa e sempre quebra o maior galho nas viagens de avião.
O que levar:
Livro, revistas, palavras-cruzadas.
Uma malha e uma meia (faz frio no avião).
Computador, eletrônicos e máquina de fotografia.
Um nécessaire pequeno com tudo o que você precisa a bordo em versão míni (mais de 100 ml é proibido por lei).
Lembre-se: Líquidos viajam dentro de um saco plástico tipo ziplock.

Joias e objetos de valor viajam na mala de mão.

Como arrumar

Sabe quando você abre a mala e as roupas estão todas espremidas em um canto?

Para que isso não aconteça, faça sua mala como uma lasanha: em camadas.

1. Mande passar todas as roupas, antes de arrumar a mala, sem dobrar.

2. No fundo da mala, faça uma camada de calças no sentido horizontal (cós na lateral), dobradas com o zíper para dentro. Estique bem e deixe as pernas para fora da mala.

3. Faça uma segunda camada no sentido vertical, com camisetas abertas (gola voltada para a parte mais larga da mala) e apenas as mangas viradas para dentro. Ou coloque as saias na mesma posição.

4. Repita a camada de calças, dessa vez com as pernas para fora voltadas para o lado oposto.

5. Repita a camada de saias ou camisetas.

6. Coloque as pernas para dentro da mala.

7. Comece uma camada de blusas, camisas ou malhas com mangas longas. Elas devem estar abertas e com as mangas para fora, tanto no sentido horizontal quanto no vertical.

8. Recheie com peças fáceis de alisar e que não tenham mangas.

9. Coloque todas as mangas para dentro, como que abraçando as roupas.

10. A camada de paletós segue o mesmo processo da de camisas, blusas e malhas. A única diferença é: vire todos eles do avesso, inclusive as mangas.

11. Recheie nécessaires com meias, lenços, miudezas que não amassam, saco de roupa suja, e abrace com as mangas.

12. Enquanto você vai montando sua mala, coloque cada pé de sapato em um saco e acomode com a sola e salto voltados para dentro, bem perto da “parede” da mala.

13. Termine sua lasanha com um casaco mais pesado, para acolchoar o recheio.

Truques simples
Sutiã de bojo: Encaixe um bojo no outro.
Coloque tudo o que for líquido em sacos plásticos, para não vazar e manchar.
Ponha uma meia enrolada dentro de sapatos que amassam.
Casacos muito pesados e mantôs? Leve na mão.

Preciosismo
Tem quem cubra cada camada de roupas com papel de seda.

Listas básicas

Informe-se sobre o tempo e a roupa mais adequada para aquele destino.
Leve poucas peças e mude o visual com acessórios.
Combine as cores das peças.
Repita a roupa sem nenhum constrangimento.

A mala perfeita
É aquela pequena, com poucas e bem selecionadas peças que não amassam, combinam entre si, vestem bem de dia e de noite, são fáceis de lavar e secam da noite para o dia, penduradas no banheiro.

Dois destinos, dois climas opostos? Leve duas malas distintas, uma para cada clima.


Tênis

A estrela dos esportes: o tênis

Existe um tênis certo para cada tipo de esporte. O modelo errado, além de não assegurar flexibilidade e perfeita distribuição do impacto em um determinado movimento, também tem consequências ortopédicas.

Coadjuvante importante

Meias não são apenas um detalhe. Os fabricantes introduziram novos materiais e tecnologias que fazem toda a diferença ao lidar com a umidade do pé, circulação sanguínea, pressão, temperatura do corpo, postura e reação mecânica. Além do que a combinação de materiais ajuda a limitar o movimento lateral do pé.

Tecnologia nos tênis

Ela respeita a morfologia (desenho e curvatura do pé) de cada pessoa.

Isso significa que:

1. São três os tipos de pé: o de arco cavo, o de arco normal e o de arco plano.
2. E três tipos de alinhamento ou pisada: neutro, supinado ou pronado.

Pisadas

Neutra: É o tipo de pisada com maior equilíbrio, o movimento vai desde o calcanhar até a ponta do pé, e forma uma pegada reta e constante.

Supinada: Nesse tipo de pisada há uma sobrecarga na parte de fora do pé, o movimento é feito com a parte de fora do calcanhar, seguido do apoio da parte externa do pé, até o dedinho.

Pronada: Nela o corredor apoia o lado de fora do calcanhar no chão e move o pé para dentro, passando pelo dedão e terminando no dedinho.


Conheça seu tênis

Cada parte do calçado tem sua importância


1) Cabedal é o corpo do calçado.
2) A palmilha é responsável pela postura correta do pé dentro do tênis.
3) Entressola fica entre o cabedal e o solado. 4) A sola é fabricada em camadas feitas para agir conforme as necessidades de cada parte do pé. Ela se divide como a pisada.


A) Calcâneo: Responsável pela estabilidade, amortecimento e impulsão.
B) Médio-pé: Forma uma armadura que proporciona estabilidade.
C) Antepé: O bico levantado facilita o movimento da passada.




Escolhendo os modelos

Resistência, durabilidade e conforto, assim como uma boa absorção do suor, são essenciais na hora de escolher seus tênis.

Primeiros passos
Escolha uma loja especializada. Experimente vários modelos adequados à sua modalidade esportiva, ande pela loja, sinta confiança e segurança.
Na dúvida: não leve.

Conselhos básicos
Deixe um espaço de meia a 1 polegada (1,27 a 2,54 cm) entre a ponta do dedo maior e o fim do calçado.
Experimente com as meias esportivas, que são mais grossas.
Compre o tênis conforme o tamanho do pé, e não pela numeração.
Movimente todos os dedos dentro do calçado, o calcanhar não deve escorregar quando você caminha e o tênis não pode apertar.
Esqueça aquele tênis lindo, mas inadequado.
Troque de tênis a cada seis meses, principalmente se você for corredor.
Não caia no conto do quanto mais caro melhor, às vezes o mais barato é que serve para o que você quer.

Alguns modelos

  • Caminhadas – É um dos modelos mais simples. O importante é que tenha bom amortecimento no calcanhar.
  • Squash e tênis – Esses tênis são de couro, leves, para facilitar a movimentação, e têm ranhuras na sola que ajudam a "deslizar" pela quadra.
  • Vôlei – As vantagens do calçado devem ser ventilação, leveza, amortecedor de impacto e propulsão.
  • Academia – Os mais indicados são os cross training de náilon e couro, com amortecimento e reforço nas áreas do tornozelo e laterais dos pés. Eles são mais robustos, para se adaptarem a todas as atividades de uma academia.
  • Corrida – São os que pedem maior cuidado na hora da escolha. Eles precisam ser leves (náilon), bem ventilados e ter bom sistema de amortecimento, para absorver o impacto dos pés no chão.

Algumas dicas para novos corredores:
1. Mantenha suas unhas curtas, para que elas não entrem em atrito com o tênis, assim você previne unhas pretas.

2. Procure por tênis de corrida com cor cinza na borda da parte de dentro do solado. Esses são tênis de estabilidade, desenvolvidos para manter seus pés alinhados enquanto você corre.

3. Se seus pés têm tamanhos diferentes, escolha um tênis que não deixe muito espaço sobrando no pé menor.

4. Para saber se o tamanho do tênis para correr está certo, experimente em pé e com o joelho flexionado. Ele precisa ficar confortável nessa posição, se não vai machucar seus pés.

5. Meias precisam ser macias e estar bem ajustadas aos pés. Assim você evita bolhas.

6. Não amarre os tênis muito apertado para não provocar dormência ao pressionar os nervos do colo do pé. Prefira modelos com linguetas mais grossas para proteger a área.

7. Para deixar seus tênis firmes e evitar que eles desamarrem enquanto você corre, dê laço duplo.


Dicas pra lavar

São necessários alguns cuidados para lavar seus tênis.
A operação não precisa ser repetida com muita frequência, para garantir vida mais longa para eles.

1. Examine as solas e retire todo tipo de sujeira das ranhuras: barro, pedrinhas, espinhos, etc.
2. Tire as palmilhas sempre – seja para lavar à mão ou na máquina.
3. Lave com água fria e sabão em pó ou detergente. Enxague bem.
4. Lave as palmilhas à mão, esfregando suavemente, com água morna e detergente.
5. Não coloque na secadora.
6. Deixe secar em lugar ventilado, sem as palmilhas, por pelo menos 12 horas.
7. Antes de recolocar as palmilhas e calçar, certifique-se de que os tênis estão bem secos.



Roupas Intimas - Calcinhas

Tipos


Cuidados

Cuide bem do underwear

1. Lave suas calcinhas e sutiãs com sabão de coco ou sabonete neutro.
2. Não use amaciante nem água sanitária nas peças.
3. Deixe secar em local seco e arejado.
4. Não use secadora.
5. Não passe a ferro as peças de microfibra e elastano.
6. Guarde os sutiãs de bojo encaixados uns nos outros.
7. Não vire os bojos pelo avesso, para não estragar a peça.

Cuidados:
Lavar à mão
Lavagem normal até 30 graus
Não passar


Nada a ver

Calcinha apertada ou que marca sob a roupa.

Calcinha aparecendo além do cós da calça (só se você for uma gata, tiver um corpão e uma calcinha maravilhosa).

Calcinha colorida ou prata que aparece sob calças e saias claras.

Aparecer na frente do parceiro com uma calcinha mínima e todos os seus excessos à vista.

Lingerie colorida valoriza o tom da pele, é sensual, divertida, mas só pode ser usada quando a roupa for da mesma cor ou escura.


terça-feira, 11 de janeiro de 2011